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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

O passado no presente

Sejam bem vindos todos aqueles que se arriscaram e resolveram clicar no link deste blog. :D
Já aviso que aqui não existe tema proibido e nem delimitação de assunto. Estamos aqui pra jogar conversa fora, falar o que vier na cabeça, discutir desde política até a novela das 21h (tem esse horário ainda? To totalmente por fora! oO).
Que mulher fala muito não é segredo pra ninguém (tudo bem que é só escolher o assunto certo para qualquer pessoa falar por horas), mas diferente do que pensam os roteiristas por aí (ver Teste de Bechdel), mulher fala sim de outras coisas além de homens.
Euzinha falo pelos cotovelos (quem me conhece sofre hehe), e pra começar as postagens desse blog decidi escrever sobre algo que é frequente na minha vida, o passado. Como estudante de história lidar com o passado faz parte do meu dia-a-dia, seja ele no meio acadêmico ou no social. Ele nem sempre é fácil, para muitas pessoas a solução mais simples é enterra-lo, esquecer que um dia existiu, e assim evitar muitos sentimentos. 
Pessoalmente procuro trata-lo da seguinte forma, não abandonar jamais. Não vivo DO passado ou NO passado, mas sim a partir das reflexões feitas em cima de tudo e de todos que fazem parte dele. Saber resignificar as coisas é algo muito importante para que não se sinta dor com a simples menção de um nome ou a letra de uma música. Para que você possa voltar aos  lugares e tirar deles o que existiu de bom, e criar ali novos momentos, novas lembranças. 
Acredito que o passado serve pra isso, para estar em constante diálogo com o presente, para te lembrar dos bons e maus momentos, para compreender as ações das pessoas, que talvez em uma outra hora você não tenha conseguido, é tudo uma questão de perspectiva, de ponto de vista. Estamos mudando constantemente, somos alterados por nosso entorno, mesmo quando não desejamos nenhuma intervenção, é inevitável absorver o meio para que se possa sobreviver. 
Por muitas vezes a dor não irá te deixar e uma simples lembrança vai te fazer sofrer, mas isso apenas lhe fará recordar que é humano, e que sentir é um pressuposto para tal condição.
          

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